Bula Pronazol

Indicação

Para que serve?

O tratamento pode ser iniciado antes que os resultados dos testes de cultura ou outros testes laboratoriais sejam conhecidos, entretanto, assim que estes resultados forem disponíveis, o tratamento antiinfeccioso deve ser ajustado adequadamente.

Pronazol ( fluconazol) está indicado para o tratamento das seguintes condições:
l Criptococose, incluindo meningite criptocócica e outras infecções como pulmonares e cutâneas. Podem ser tratados pacientes sadios e pacientes com AIDS, em transplante de órgãos ou outras causas de imunossupressão. Pronazol (fluconazol) pode ser usado como terapia de manutenção para prevenir recidiva de doença criptocócica em pacientes com AIDS
l Candidíase sistêmica, incluindo candidemia, candidíase disseminada e outras formas de infecção invasiva por Candida, incluindo infecções do peritônio, endocardio e tratos pulmonar e urinário. Podem ser tratados pacientes com doenças malignas, pacientes em unidades de terapia intensiva, pacientes recebendo terapia citotóxica ou imunossupressiva ou com outros fatores que predisponham infecção por Candida.

l Candidíase vaginal aguda e recorrente.

l Dermatomicoses incluindo Tinea pedis, Tinea corporis, Tinea cruris, Tinea unguium (onicomicoses).

Contraindicações

Quando não devo usar?

Pronazol (fluconazol) é contra indicado em pacientes com conhecida sensibilidade à droga ou a compostos azólicos.

Posologia

Como usar?

Adultos:
Nas meningites criptocócicas e nas infecções criptocócicas de outros parênquimas, a dose usual é de 400 mg no 1º dia, seguidos de 200 mg uma vez por dia. Dependendo da resposta clínica do paciente estas doses podem aumentar para 400 mg diários. Usualmente a duração do tratamento de meningites criptocócicas é de 6 a 8 semanas.

Prevenção da recaída da meningite criptocócica em pacientes com AIDS, depois que os pacientes tenham recebido um curso completo de terapêutica primária: Pronazol pode ser administrado indefinidamente em uma dose diária de pelo menos 100 mg.

Na candidemia, candidíase disseminada e outras infecções invasivas por Candida, a dose usual é de 400 mg no primeiro dia seguidos de 200 mg diariamente. Dependendo da resposta clínica, a dose pode ser aumentada para 400 mg diários. A duração do tratamento é baseada na resposta clínica.

Para dermatomicoses, incluindo tinha do corpo, do pé, crural e infecções por Candida, Pronazol (fluconazol) deve ser administrado em dose oral única semanal de 150 mg. A duração do tratamento é geralmente de 2 a 4 semanas, mas nos casos de Tinea pedis um tratamento de até 6 semanas poderá ser necessário.

Para tinha ungueal (onicomicoses) a dose recomendada é de 150 mg de Pronazol (fluconazol) administrado em dose única semanal. O tratamento deve ser continuado até que a unha infectada seja totalmente substituída pelo crescimento. A substituição das unhas das mãos pode levar de 2 a 3 meses enquanto que as dos pés de 6 a 12 meses. Entretanto, a velocidade de crescimento das unhas está sujeita a uma grande variação individual e de acordo com a idade. Após um tratamento eficaz de longa duração de infecções crônicas, as unhas podem ocasionalmente permanecer deformadas.

Para o tratamento de candidíase vaginal Pronazol (fluconazol) deve ser administrado em dose única oral de 150 mg.

Em casos onde não há evidências de insuficiência renal, devem ser utilizadas as doses normais. Para pacientes com insuficiência renal (clearance de creatinina 50 100%
21 – 50 50%
11 – 20 25%
pacientes recebendo diálise regurlamente uma dose após cada sessão de diálise

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar?

Em raros casos, assim como com outros azólicos, anafilaxia tem sido relatada com uso de fluconazol.

Alguns pacientes têm desenvolvido raramente reações cutâneas esfoliativas, tais como Síndrome de Stevens -Johnsons e necrólise epidérmica tóxica, durante o tratamento com fluconazol. Pacientes com AIDS são mais predispostos a desenvolver reações cutâneas severas a diversas drogas.

Caso ocorra “rash” que seja considerado como atribuível ao fluconazol, o medicamento deve ser descontinuado e terapia posterior com este agente deve ser desconsiderada.

Fluconazol tem sido associado a raros casos de toxicidade hepática severa incluindo fatalidades, inicialmente em pacientes com enfermidades de bases severas. Em casos de hepatotoxicidade associada ao fluconazol, não foi observada qualquer relação com a dose total diária, duração do tratamento, sexo ou idade do paciente. A hepatotoxicidade causada pelo fluconazol tem sido geralmente reversível com a descontinuação do tratamento. Pacientes que apresentam testes de função hepática anormais durante o tratamento com fluconazol devem ser monitorados para verificar o desenvolvimento de danos hepáticos mais graves. Fluconazol dever ser descontinuado se houver o aparecimento de sinais clínicos ou sintomas relacionados ao desenvolvimento de danos hepáticos que possam ser atribuídos ao Fluconazol.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada?

Foi relatado um caso de superdosagem com fluconazol. Um paciente de 42 anos infectado com o vírus da imunodeficiência humana apresentou alucinações e exibiu um comportamento paranóico após ingestão relatada de 8.200 mg de fluconazol. O paciente foi hospitalizado e sua condição foi resolvida em 48 horas.

Quando ocorrer superdosagem o tratamento sintomático poderá ser adotado, incluindo se necessário, medidas de suporte e lavagem gástrica.

O fluconazol é amplamente excretado na urina; a diurese forçada deverá aumentar a taxa de eliminação. Uma sessão de hemodiálise de 3 horas diminuiu os níveis plasmáticos em aproximadamente 50%.

Apresentação

Pronazol 100 mg cápsulas: cartucho com 8 cápsulas.

Pronazol 150 mg cápsulas: cartucho com 1 ou 2 cápsulas.

– Uso Adulto
Composição completa:
Cada cápsula de Pronazol 100mg contém 100 mg de fluconazol.

Cada cápsula de Pronazol 150mg contém 150 mg de fluconazol.

Excipientes: Lactose, amido de milho, dióxido de silício, estearato de magnésio e laurilsulfato de sódio.

Interações Medicamentosas

Anticoagulantes: Em um estudo de interação, fluconazol aumentou o tempo de protrombina após administração de varfarina em voluntários sadios do sexo masculino. Embora a alteração tenha sido pequena (12%) recomenda-se cuidadosa monitorização do tempo de protrombina em pacientes que estejam recebendo anticoagulantes cumarínicos
Sulfoniluréias: Fluconazol demonstrou prolongar a meia-vida plasmática de sulfoniluréias orais (clorpropamida, glibenclamida, glipizídeos e tolbutamida) quando administrado concomitantemente às mesmas em voluntários sadios. Fluconazol e sulfoniluréias orais podem ser co-administrados a pacientes diabéticos, porém a possibilidade de episódios de hipoglicemia deve ser considerada.

Hidroclorotiazida: Em um estudo de interação farmacocinética, a co-administração de doses múltiplas de hidrocloroatizida em voluntários sadios que estavam recebendo fluconazol aumentou a concentração plasmática desta última droga em 40%. Esta alteração não deverá requerer mudança do regime de dosagem de fluconazol em pacientes que estejam recebendo também diuréticos, porém o médico deve ter em mente essas considerações.

Fenitoína: A administração concomitante de fluconazol e fenitoína pode aumentar os níveis desta última droga para um grau clinicamente significante.Se necessário administrar ambas as drogas concomitantemente, os níveis de fenitoína deverão ser monitorizados e a sua dose ajustada para manter os níveis terapêuticos.

Contraceptivos orais: Dois estudos de farmacocinética com um contraceptivo oral combinado foram realizados utilizando doses múltiplas de fluconazol. Não foram observados efeitos relevantes nos níveis de hormônio no estudo com doses diárias de 50 mg de fluconazol, enquanto que em doses diárias de 200 mg as AUCs (áreas sob a curva) de etinil-estradiol e levonorgestrel foram aumentadas em 40% e 24% respectivamente. Assim é improvável que o uso de doses múltiplas de fluconazol nestas doses possa ter efeito na eficácia do contraceptivo oral combinado.

Rifampicina: A administração de fluconazol concomitantemente com a rifampicina resultou em uma redução de 25% na AUC (área sob a curva) e 20% na meia – vida de fluconazol. Em pacientes que estejam recebendo como terapia concomitante a rifampicina, um aumento da dose de fluconazol deve ser considerado.

Ciclosporina: Em um estudo de Farmacocinética realizado em pacientes com transplante renal, fluconazol em doses diárias de 200 mg mostrou aumentar lentamente as concentrações de ciclosporina. Entretanto, em um outro estudo com doses múltiplas de 100 mg diários de fluconazol, o mesmo não afetou os níveis de ciclosporina em pacientes com transplante de medula óssea. Recomenda-se, portanto uma monitorização das concentrações de ciclosporina em pacientes que estejam recebendo fluconazol.

Teofilina: Em um estudo de interação placebo controlado, a administração de 200mg diários de fluconazol durante 14 dias resultou numa redução de 18% na média da taxa do “clearance” plasmático de teofilina.

Pacientes que estejam recebendo altas doses de teofilina, ou que estejam sob risco elevado de toxicidade à teofilina, deverão ser observados quanto aos sinais de toxicidade à mesma enquanto estiverem recebendo fluconazol. Se houver aparecimento de sinais de toxicidade mudança na terapia deverá ser instituída.

Terfenadina: Devido à ocorrência de sérias disritmias em pacientes recebendo outros antifúngicos azólicos em associação com terfenadina foram realizados estudos de interação que demonstraram que nenhuma interação clinicamente significante estava presente. Embora estes eventos não tenham sido observados em pacientes recebendo fluconazol, a co-administração de fluconazol e terfenadina deve ser cuidadosamente monitorizada.

Zidovudina: Dois estudos cinéticos resultaram em aumento dos níveis de zidovudina provavelmente causado pela diminuição da conversão da zidovudina em seu principal metabólito. Um estudo determinou os níveis de zidovudina em pacientes aidéticos antes e depois da administração de 200 mg diários de fluconazol por 15 dias. Houve um aumento significativo na AUC (área sob a curva) de zidovudina (20%). Um outro estudo randomizado, em dois períodos e cruzado com dois grupos de tratamento avaliou os níveis de zidovudina em pacientes infectados pelo HIV. Em duas ocasiões, em intervalos de 21 dias, os pacientes receberam 200 mg de zidovudina a cada 8 horas com ou sem 400 mg diários de fluconazol por 7 dias. A AUC (área sob a curva) de zidovudina aumentou significativamente (74%) durante co-administração com fluconazol. Os pacientes recebendo esta combinação devem ser monitorizados devido ao desenvolvimento de reações adversas relacionadas à zidovudina.

Estudos de interações têm demonstrado que quando fluconazol oral é administrado concomitantemente com alimentos, cimetidina, antiácidos ou após irradiação corporal total devida a transplante de medula óssea, não ocorre alteração clinicamente significante na absorção deste agente.

Os médicos deverão considerar que embora estudos de interações medicamentosas com outras drogas não tenham sido realizados, tais interações poderão ocorrer.

Reações Adversas:
Pronazol é geralmente bem tolerado. As reações adversas mais comumente associadas ao Pronazol têm sido aquelas relacionadas ao trato gastrintestinal. Estão incluídas náusea, dor abdominal, diarréia e flatulência. Após os sintomas gastrintestinais, o segundo efeito colateral mais comumente observado tem sido “rash”. Dor de cabeça tem sido associada ao uso de fluconazol. Em alguns pacientes, particularmente aqueles com enfermidades de bases severas, tais como AIDS e câncer, foram observadas alterações nos resultados dos testes das funções hematológica e renal e anormalidades hepáticas (Vide Advertências), durante o tratamento com fluconazol e agentes comparativos; entretanto o significado clínico e a relação ao tratamento são incertos. Distúrbios esfoliativos da pele (Vide Advertências); convulsões, leucopenia, trombocitopenia e alopécia têm ocorrido sob condições onde uma associação de causa é incerta.

Em raros casos, assim como com outros azólicos, anafilaxia tem sido relatada com o uso de fluconazol.

Introdução

Pronazol 100 mg
Pronazol 150 mg
Fluconazol

Informações ao Paciente

O medicamento deve ser conservado em local seco, em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com prazo de validade vencido.

O uso na gravidez é contra-indicado, exceto no julgamento do médico, em pacientes com infecções fúngicas severas ou que apresentem risco de vida e nos quais os potenciais benefícios possam superar os possíveis riscos ao feto. Informar ao médico da ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o término.

Pronazol (fluconazol) é contra indicado em mulheres que estejam amamentando.

Pronazol (fluconazol) é contra indicado em pacientes com conhecida sensibilidade à droga ou a compostos azólicos. Informar ao médico qualquer reação alérgica ocorrida com o uso anterior de medicamentos.

As reações adversas mais comuns incluem: náusea, dor abdominal, diarréia, flatulência e dor de cabeça.

Informar ao médico se erupção cutânea ocorrer.

O uso de Pronazol (fluconazol) em crianças para o tratamento de candidíase vaginal e dermatomicoses não foi estabelecido
Pronazol (fluconazol) cápsulas deve ser administrado via oral, podendo ser tomado juntamente com as refeições.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE

Informações Técnicas

Fluconazol, um membro de uma nova classe de agentes antifúngicos triazólicos, é um inibidor potente e específico da síntese fúngica de esteróides.

Fluconazol é altamente específico para as enzimas dependentes do citocromo fúngico P450. Dose diária de 50 mg de fluconazol até 28 dias demonstrou não afetar as concentrações plasmáticas de testosterona nos homens ou as concentrações de esteróides em mulheres em idade reprodutiva.

Fluconazol em doses de 200 a 400 mg diários não afeta de modo clinicamente significante os níveis de esteróides endógenos ou a resposta estimulada do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) em voluntários sadios do sexo masculino. Estudos de interação com antipirina indicam que fluconazol em dose única ou doses múltiplas de 50 mg não afeta o metabolismo da mesma.

Administração oral e intravenosa de fluconazol demonstrou atividade em uma variedade de modelos animais com infecção fúngica. Foi demonstrada atividade contra micoses oportunistas, tais como infecções por Candida sp, incluindo candidíase sistêmica em animais imunocomprometidos; por Cryptococcus neoformans, incluindo infecções intracranianas; por Microsporum sp; e por Trichophyton sp. Fluconazol também se mostrou ativo em modelos animais de micoses endêmicas, incluindo infecções por Blastomyces dermatitides, por Coccidiodes immitis, incluindo infecções intracranianas; e por Histoplasma capsulatum em animais normais ou imunodeprimidos.

Após administração oral o fluconazol é bem absorvido e os níveis plasmáticos e de biodisponibilidade sistêmica estão acima de 90% dos níveis obtidos após administração intravenosa.

A absorção oral não é afetada pela ingestão concomitante de alimentos. Em jejum, os picos de concentração plasmática ocorrem entre 0,5 e 1,5 hora após a dose, com meia vida de eliminação plasmática de aproximadamente 30 horas. As concentrações plasmáticas são proporcionais à dose. Após 4-5 dias com doses únicas diárias são alcançados 90% dos níveis de equilíbrio (steady state). A administração de uma dose maciça (no primeiro dia) equivalente ao dobro da dose diária usual atinge níveis plasmáticos de aproximadamente 90% dos níveis de equilíbrio (steady-state), no segundo dia. O volume aparente de distribuição aproxima-se do volume total corpóreo de água. A ligação a proteínas plasmáticas é baixa ( 11 – 12%).

Fluconazol apresenta boa penetração em todos os fluídos corpóreos estudados.

Os níveis de fluconazol na saliva e escarro são similares aos níveis plasmáticos.

Em pacientes com meningite fúngica os níveis de fluconazol no líquor são aproximadamente 80% dos níveis plasmáticos correspondentes.

Altas concentrações de fluconazol na pele, acima das concentrações séricas, foram obtidas no extrato córneo, derme, epiderme, e suor écrino. Fluconazol se acumula no extrato córneo. Durante tratamento com doses únicas diárias de 50 mg, a concentração de fluconazol após 12 dias foi de 73µg/g e 7 dias depois do término do tratamento a concentração foi de 5,8 µg/g. Em tratamento com dose única semanal de 150 mg, a concentração de fluconazol no extrato córneo no sétimo dia foi de 23,4 µg/g e sete dias após a segunda dose, a concentração ainda era de 7,1 µg/g.

A concentração de fluconazol nas unhas após quatro meses de dose única semanal de 150 mg foi 4,05 µg/g em unhas saudáveis e 1,8 mg/g em unhas infectadas e o fluconazol foi ainda detectável em amostras de unhas 6 meses após o término do tratamento.

A principal via de excreção é a renal, com aproximadamente 80% da dose administrada encontrada como droga inalterada na urina. O “clearance” do fluconazol é proporcional ao “clearance” da creatinina. Não há evidência de metabólitos circulantes.

A longa meia vida de eliminação plasmática serve de suporte para a terapia de dose única para candidíase vaginal e dose única semanal para dermatomicoses.

Dados de Segurança pré-clínicos:
Fluconazol não apresentou qualquer evidência de potencial carcinogênico em camundongos e ratos tratados por 24 meses com doses orais de 2,5, 5 ou 10 mg/kg/dia (aproximadamente 2- 7 vezes maiores que a dose humana recomendada). Ratos machos tratados com 5 e 10 mg/kg/dia apresentaram um aumento na incidência de adenomas hepatocelulares.

Fluconazol, com ou sem ativação metabólica, apresentou resultado negativo em testes para mutagenicidade em 4 cepas de Styphimurium, e no sistema do linfoma L5178Y de camundongos.

Fluconazol não afetou a fertilidade de ratos machos ou fêmeas tratados oralmente com doses diárias de 5, 10 ou 20 mg/kg..

Uso Em Crianças:.

O uso de Pronazol (fluconazol) em crianças para o tratamento de candidíase vaginal e dermatomicoses não foi estabelecido.

Efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas:
A experiência tem mostrado que é improvável o comprometimento da habilidade para dirigir ou manejar máquinas com o uso de Pronazol (fluconazol).

Laboratório

GlaxoSmithKline Brasil Lda.

– SAC: 0800 701 2233